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	<title>Communication Advisors</title>
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	<description>Blog e site profissional</description>
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		<title>Mídia social não é padaria</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 03:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2012/05/olho-close.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-506" title="olho-close" src="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2012/05/olho-close-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Parece que as empresas e as pessoas estão um pouco confusas com alguns conceitos simples e primordiais de comunicação. Muito se fala no quanto hoje o contato é principalmente digital, como se isso fosse um fim em si. Porém, a tecnologia nada mais é do que mais uma ferramenta a serviço de um objetivo que continua sendo o mesmo: <strong>melhorar a comunicação entre as pessoas.</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div id="_mcePaste">A facilidade e a rapidez que as mídias sociais hoje nos proporcionam &#8212; contato, compartilhamento, atualização, colaboração, entretenimento etc &#8212; só fizeram acirrar nossas demandas e desejos por uma <strong>sociedade mais interativa</strong>.<span id="more-505"></span></div>
<div>Essa interação envolve também a <strong>comunicação face a face</strong>, tanto nas empresas quanto na vida pessoal.</div>
<div id="_mcePaste">Em outras palavras, as mídias digitais só aumentaram a nossa percepção de que a comunicação continua sendo o bem mais precioso para se conseguir tudo, ou quase tudo.  No entanto, muita gente ainda encara mídia social de maneira equivocada. Não é padaria, não produz em série, não usa sempre a mesma receita.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Quer engajar seus funcionários em um projeto? Faça-os participarem, converse com eles, mantenha-os informados. As mídias digitais ajudam no processo? Claro que sim, mas da mesma forma que reuniões pessoais, eventos, trabalho em equipe, conversas olho no olho. Depende do momento e da situação. As mídias digitais são poderosas ferramentas para facilitar e acelerar o processo, mas talvez elas façam muito menos sucesso e sentido em certos ambientes do que o bom e velho bate papo.</div>
<div></div>
<div>Será que, por exemplo, as comunidades afetadas pela usina hidrelétrica de Santo Antonio, em Rondônia, têm essa familiaridade toda com computadores? E mesmo que tivessem, não preferem eles ouvir da boca de técnicos e engenheiros como suas vidas serão impactadas pela usina? A conversa direta, pessoalmente, em reuniões com os moradores, é o que tem garantido à Odebrecht, líder do consórcio construtor, a compreensão e o apoio das pessoas para a obra.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Estratégia semelhante foi utilizada pelo grupo sucroenergético USJ e pela Cargill, multinacional no setor de alimentos, ao anunciarem a criação da joint-venture SJC Bioenergia. A nova empresa passou a ser a gestora das usinas de açúcar e etanol São Francisco e Cachoeira Dourada, ambas em Goiás, originalmente controladas somente pelo Grupo USJ. A novidade, os planos para o futuro e as informações relevantes foram contadas aos funcionários dessas usinas diretamente pelo presidente da USJ e o diretor da Cargill, em uma grande reunião presencial. Olho no olho versus tecnologia. O resultado? Otimismo, tranquilidade e confiança.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Não estou dizendo que as mídias sociais não são boas. Ao contrário. Mas <strong>usar as mídias sociais e qualquer tecnologia digital somente por usar</strong>, sem entender o contexto e o que realmente serve ao público que você quer atingir, é um desperdício de tempo, dinheiro, recursos humanos. E, no final das contas, a frustração pelo insucesso da comunicação será dura de engolir.</div>
<p><em>(escrito por Mariela Castro para seu blog Mídias Sociais, na Exame.com)</em></p>
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		<title>Internet é maior influência para consumidor</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 14:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não foi exatamente uma novidade o que a consultoria em comunicação Fleishman-Hillard revelou em seu mais recente estudo sobre hábitos do consumidor, divulgado esta semana. De acordo com a pesquisa, a internet é a ferramenta mais influente na decisão de compra de 66% dos consumidores, à frente até mesmo de dicas de amigos e parentes [...]]]></description>
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alt="" width="298" height="169" />Não foi exatamente uma novidade o que a consultoria em comunicação Fleishman-Hillard revelou em seu mais recente<a href="http://fleishmanhillard.com/wp-content/uploads/2009/07/2012-DII-White-Paper.pdf" target="_blank"> estudo sobre hábitos do consumidor</a>, divulgado esta semana. De acordo com a pesquisa, a internet é a ferramenta mais influente na decisão de compra de 66% dos consumidores, à frente até mesmo de dicas de amigos e parentes (61%). A seguir, aparecem e-mails (51%), jornais (43%), televisão (42%), mala direta (37%), e revistas e rádio, empatados com 28%.</p>
<p>O que talvez possa trazer alguma surpresa é o fato de que as pessoas seguem marcas nas redes sociais não tanto apenas em busca de descontos ou ofertas exclusivas, como acontecia até pouco tempo atrás, mas muito mais por informações. Esse comportamento foi admitido por 79% dos participantes da pesquisa.</p>
<p><span id="more-500"></span></p>
<p>Isso significa que os consumidores estão muito mais atentos – e críticos – aos conteúdos que as empresas e marcas distribuem online em seus vários canais.</p>
<p>Para o varejo, é importante saber que os sites de busca são as ferramentas mais utilizadas por 89% dos entrevistados ao procurarem informações sobre algum produto ou serviço. Por isso, ainda é muito válido que sua comunicação online trabalhe bem as ferramentas de SEO (Search Engine Optimization), recurso com o qual é possível aprimorar conteúdos e palavras-chave a fim de que o site apareça melhor posicionado nos sites de busca.</p>
<p>Como os portais das empresas aparecem em seguida como fonte preferida de informação para 60% das pessoas, é muito importante que se tome duas providências: (1) utilizar outras mídias (especialmente as sociais como Facebook ou Twitter) para direcionar o tráfego para o site corporativo e (2) não menos relevante, garantir ao usuário uma experiência perfeita e marcante ao navegar no site.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/marthagabriel" target="_blank">Martha Gabriel</a>, especialista em marketing digital, lembra que de nada adianta uma super estratégia de mídias sociais (inclusive mobile), SEO etc se, ao direcionar o cliente, ele tem uma experiência ruim no site da companhia.</p>
<p>Portanto, quando for atualizar sua estratégia de comunicação, lembre-se do papel cada vez mais abrangente da internet e construa pontes com o seu cliente.</p>
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		<title>Marketing soco-no-estômago</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 19:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[abordagem de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento com o cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo meu postou no Facebook a foto que havia feito no banheiro de uma lanchonete em Curitiba. As reações foram as mais diversas – de “ai, que nojo!” a “muito bom!”, passando por “você não comeu lá, não é?”.
Comentários à parte, eu resolvi usar a foto aqui (créditos para Rodrigo Fornos) para pensar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://amomarketing.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Nudge-by-Rodrigo-Fornos.jpg" alt="" width="257" height="257" />Um amigo meu postou no Facebook a foto que havia feito no banheiro de uma lanchonete em Curitiba. As reações foram as mais diversas – de “ai, que nojo!” a “muito bom!”, passando por “você não comeu lá, não é?”.</p>
<p>Comentários à parte, eu resolvi usar a foto aqui (créditos para Rodrigo Fornos) para pensar na abordagem de marketing do tal bilhete.<span id="more-496"></span></p>
<p>Existe um estudo (que virou livro, intitulado <em>Nudge</em>) que mescla psicologia e comportamento econômico, elaborado por Richard Thaler e Cass Sunstein, que mostra como a chamada “arquitetura da escolha” pode direcionar comportamentos, especialmente nas áreas de saúde e bem estar. A ideia é simples: ao induzir as ações das pessoas, focaliza-se o bem comum.</p>
<p>Um exemplo foi o que o aeroporto de Amsterdam fez, ao pintar uma pequena mosca no fundo dos mictórios nos banheiros masculinos, bem ao lado do ralo. Instintivamente, os homens miram a mosca na hora de fazer xixi. O resultado? 80% menos respingos no chão, banheiros mais limpos por mais tempo. Isso é <em>nudge</em>.</p>
<p>O que o bilhete da lanchonete tentou fazer – ainda que de maneira meio torta – foi direcionar a ação do consumidor, um <em>call to action</em> para evitar uma situação indesejada. A linguagem chocante, embora tenha provocado nariz torto de muita gente, é proposital – porque ninguém fica indiferente. Ou você acha que, depois dessa, alguém ia jogar papel no vaso sanitário?</p>
<p>O problema desse tipo de comunicação mais agressivo é que muitos clientes tomaram tão ao pé da letra o recado que juraram nunca mais por os pés na tal lanchonete. Outros se divertiram com a sinceridade estilo soco-no-estômago do recado.</p>
<p>E você, o que acha? Comente!</p>
<p><em>Esse post foi escrito originalmente por Mariela Castro para o blog <a href="http://amomarketing.com.br/?p=7385" target="_blank">Amo MKT</a></em>.</p>
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		<title>A vida online é real?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 14:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
				<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você encara as mídias sociais como canais primordialmente de caráter pessoal, para manter contato com amigos, a preocupação com o volume e a frequência do que você posta  não é tão relevante.
Se, por outro lado, você está tentando construir uma persona online, de modo a firmar sua trajetória profissional e mostrar sua expertise e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/12/vida-online.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-492" title="vida-online" src="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/12/vida-online-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Se você encara as mídias sociais como canais primordialmente de caráter pessoal, para manter contato com amigos, a preocupação com o volume e a frequência do que você posta  não é tão relevante.</p>
<p>Se, por outro lado, você está tentando construir uma<strong> <em>persona</em> online</strong>, de modo a firmar sua trajetória profissional e mostrar sua expertise e competência, daí a presença online assume uma prioridade ímpar, pois é ela que vai refletir quem você é e como você deseja que as pessoas te percebam.<span id="more-491"></span></p>
<p><strong>Mas não confunda <em>personal branding</em> com invenção ou fingimento</strong>. Não, você não vai criar um personagem para você mesmo, como se estivesse no <em>Second Life. </em>Alguns autores, entre eles <a href="http://www.logosjournal.com/issue_4.3/mirsky_zengotita.htm">Thomas de Zengotita</a> e <a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=11118">Neal Gabler</a>, acreditam que a interação via mídias sociais criou um novo tipo de sociedade, em que a realidade “real” e a realidade “virtual” se confundem, em que é possível “construir” uma realidade e atuar nela como se estivéssemos em uma peça de teatro ou show de TV. Ou seja, que ninguém mais simplesmente É – a autenticidade foi substituída pelo que “achamos que devemos aparentar”.</p>
<p>A avaliação é instigante na medida em que sequer percebemos se estamos enveredando por uma quase “falsificação” da realidade. As novas formas de comunicação transformaram a vida em um grande show de entretenimento. Quem não quer mostrar seu lado mais glamuroso, inteligente, interessante? Seria isso uma forma de iludir nossos interlocutores?</p>
<p>Eu defendo uma posição mais simples: <strong>coerência e consistência</strong>. O que você mostra online deve ser reconhecido quando as pessoas te conhecem e te ouvem ao vivo. Especialmente do ponto de vista profissional, não há como representar um papel quando o assunto é face a face.</p>
<p>Um bom exemplo de coerência online-offline é o que faz o escritor e palestrante Eugenio Mussak em sua <a href="https://www.facebook.com/eugeniomussak">página no Facebook</a> (sim, ele tem uma página, não um perfil, o que já delimita o tipo de interação a que está disposto). Seus posts, embora de conteúdo informal e às vezes fazendo referência a situações pessoais, sempre têm uma razão de ser, pois encerram alguma mensagem, alguma “moral da história”. Ou seja, ele continua sendo o Eugenio Mussak palestrante, falando para um público vasto e diverso, e não somente para quem ele conhece pessoalmente e tem relações de amizade.</p>
<p>Nossa tendência a complicar desaparece rapidamente quando entendemos os <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/08/05/voce-existe-online/comment-page-1/">pontos básicos para estabelecer nossa presença online</a>, que é alimento imprescindível para nossa credibilidade.</p>
<p><em>(originalmente publicado por <a href="http://www.communicationadvisors.com/quem-somos/" target="_blank">Mariela Castro</a> no portal <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/11/07/a-vida-online-e-real/" target="_blank">Exame.com</a>)</em></p>
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		<title>Conteúdo (ainda) é tudo</title>
		<link>http://www.communicationadvisors.com/2011/08/conteudo-ainda-e-tudo/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 20:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
				<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A noção de que o ser humano é um ser conectado (homo dictyous)  faz com que a nossa percepção de mundo seja diretamente influenciada pelo outro.
Alguns de nossos gostos pessoais, por exemplo, podem ser por coisas que são mais desejáveis quando outros também as desejam. Em outras palavras, certas coisas nos parecem melhores e mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/08/Connected-Hands-over-Globe.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-486" title="Connected Hands over Globe" src="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/08/Connected-Hands-over-Globe-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A noção de que o ser humano é um ser conectado (<em><a href="http://www.go2cio.com/articles/index.php?id=3593" target="_blank">homo dictyous</a></em>)  faz com que a nossa percepção de mundo seja diretamente influenciada pelo outro.</p>
<p>Alguns de nossos gostos pessoais, por exemplo, podem ser por coisas que são mais desejáveis quando outros também as desejam. Em outras palavras, certas coisas nos parecem melhores e mais valiosas quando outros também têm a mesma percepção sobre elas, e isso torna-se ainda mais forte na medida em que é espalhado pelas redes sociais.<span id="more-485"></span></p>
<p>É nesse apelo que se baseia o consumo. O sociólogo Zygmunt Bauman afirma que “o que caracteriza o consumismo não é <em>acumular</em> bens (quem o faz também deve estar preparado para malas pesadas e casas atulhadas), mas <em>usá-los</em> e <em>descartá-los</em> em seguida a fim de abrir espaço para outros bens e usos.”</p>
<p>E quando a variedade não parece satisfatória, é a velocidade com que se troca as coisas que vai suprir a carência do consumidor. Você realmente precisa do último celular lançado? Pouco importa. Importa é manter-se em movimento. E com um  celular à mão, você nunca está <em>fora</em> ou <em>longe</em>, e sim envolto em uma teia de chamadas e mensagens.</p>
<p>Para Bauman, o tipo de relação que as pessoas da “vida moderna” estabeleceram entre si faz com que o fato de <em>trocar</em> mensagens é que seja importante, não o <em>conteúdo</em> dessas mensagens em si.</p>
<p>Como as redes sociais permitem esse “estar perto” mesmo estando longe, e permitem também cortar essas conexões a qualquer tempo, pode-se cair no jogo fácil de ficar online o tempo todo mas sem realmente compartilhar conteúdos relevantes.</p>
<p>Para muitos, pode parecer simples diversão. Para os mais alertas, é puro desperdício de tempo. A internet é uma ferramenta rica demais para que não saibamos aproveitar bem todo o conhecimento que ela nos possibilita.</p>
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		<title>Três riscos para sua marca nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 20:24:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais complicadas durante a elaboração do business plan de um negócio é pensar em como será seu crescimento. Como gerenciar a expansão, captar novos recursos, reinvestir, conquistar novos clientes e mercados – tudo isso sem perder a identidade da marca, cuidando da imagem, da comunicação e do relacionamento com os consumidores.
A exposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/08/identificando-riscos-corporativos_Wallis.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-514" title="identificando-riscos-corporativos_Wallis" src="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/08/identificando-riscos-corporativos_Wallis-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Uma das coisas mais complicadas durante a elaboração do <em>business plan</em> de um negócio é pensar em como será seu crescimento. Como gerenciar a expansão, captar novos recursos, reinvestir, conquistar novos clientes e mercados – tudo isso sem perder a identidade da marca, cuidando da imagem, da comunicação e do relacionamento com os consumidores.<span id="more-483"></span></p>
<p>A exposição da marca nas mídias, tradicionais ou sociais, online e offline, precisa ser cuidadosamente acompanhada e construída. O <strong>risco número 1</strong> é esquecer que <a href="http://www.briansolis.com/2010/12/bringing-the-brandgraph-to-life-introducing-your-friends-fans-and-followers/" target="_blank">uma estratégia de branding é uma soma</a> de vários canais ou ações:</p>
<p>1.	Construir comunidades e relacionamentos<br />
2.	Aprimorar o conceito da marca<br />
3.	Ativar comunidades para efetivamente agir<br />
4.	Gerar simpatia em relação à marca</p>
<p>Parece fácil? Não. E de fato não é, pois requer perseverança e método, dedicação e comprometimento, acompanhamento e ajustes contínuos. Requer entender o consumidor, como ele se comporta (e não só no universo online) e não ficar parado no tempo. O fato é que não é possível dirigir o que acontece com a sua marca no ambiente de internet – embora muitas empresas ainda acreditem nisso.</p>
<p>A internet não tem controle. Portanto, é até errado classificá-lo como um ambiente democrático. Mais certo seria dizer que ele é anárquico. Claro, existem comunidades com regras específicas e moderadores para garantir um mínimo de civilidade, mas no fundo é apenas o senso ético de cada um que mantém a internet do jeito que ela é.</p>
<p>Então, o <strong>risco número 2</strong> é as empresas não se  darem conta de que elas não podem controlar o que se diz de suas marcas na web. Podem, no máximo, monitorar o que é dito com ferramentas como <a href="http://www.scup.com.br" target="_blank">Scup </a>ou <a href="http://www.radian6.com/" target="_blank">Radian6</a>, e depois participar e influenciar conversações.</p>
<p>Se você escolheu o franchising como modelo de expansão, a tarefa é ainda mais delicada. Abrir franquias pressupõe orientar, acompanhar e controlar como sua marca está sendo disseminada e se a abordagem conceitual do negócio também está sendo coerente. Segundo a Associação Brasileira de Franchising, entre 2001 e 2010 o número de redes de franquias triplicou no Brasil, passando de 600 para 1.855. O faturamento acompanhou o ritmo, também triplicando (de R$ 25 bilhões para R$ 76 bilhões/ano). Uns franqueados preparados, outros nem tanto – e aí é que a sua marca pode começar a correr risco.</p>
<p>O <strong>risco número 3</strong>, portanto, refere-se a rede de franqueados: os mais proativos podem criar blogs e páginas no Facebook, Twitter etc da forma que acham melhor. Para incrementar, criam slogans, fazem publicidade e atuam nas redes sociais cada um à sua maneira. Resultado: ao invés de ter uma unidade de imagem, compatível com a marca, cada franquia aparece de forma individual, desconectada com seus pares. E isso é o primeiro passo para uma percepção nada homogênea da marca.</p>
<p>O mais importante é a marca manter uma presença coerente e constante em vários canais online e offline, em termos de conteúdo, aparência gráfica e postura. Assim, a chance da marca sobreviver e ser lembrada entre tantas outras aumenta significativamente.</p>
<p><em>Postado por Mariela Castro no Portal Exame.com.</em></p>
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		<title>Inovação: afinal, isso existe?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 18:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
				<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Há alguns dias, li repercussões de uma palestra do escritor canadense Malcolm Gladwell em Cannes, em que ele diz que sair na frente não é necessariamente sinônimo de sucesso, e que ser o primeiro custa às vezes tanto esforço, tempo e dinheiro que, quando chega na hora da implantação da ideia, o gás acabou. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Há alguns dias, li repercussões de uma palestra do escritor canadense Malcolm Gladwell em Cannes, em que ele diz que sair na frente não é necessariamente sinônimo de sucesso, e que ser o primeiro custa às vezes tanto esforço, tempo e dinheiro que, quando chega na hora da implantação da ideia, o gás acabou. E aí quem vem depois é que pega as trilhas abertas e se dá bem.</div>
<div></div>
<div>Como então lidar com a demanda dos consumidores e das empresas pela inovação e ao mesmo tempo fazer o negócio prosperar do ponto de vista financeiro?<span id="more-479"></span></div>
<p>Temos assim duas alternativas:</p>
<p><strong>(1)	Pegar uma ideia que já existe e aperfeiçoá-la.</strong> Assim, o <em>insight </em>inicial é um passo a menos para dar, bastando ter boa visão de negócio para aprender com os erros dos outros e enxergar o que o consumidor quer lá na frente. Um exemplo? Steve Jobs. Não foi ele quem inventou o primeiro computador nem o primeiro smartphone. Mas ele soube aprimorar a tecnologia e projetar o que o consumidor queria de maneira brilhante, e induzi-lo a esse desejo de consumo. Afinal, hoje todo mundo acha que precisa de um iPhone, iPad ou iPod, e antes dessas coisas existirem você na verdade provavelmente nem sentia falta delas.</p>
<p><strong>(2)	Criar do nada, na acepção pura da palavra inovação.</strong> Porém, durante o processo de criação, não podemos desperdiçar recursos; e também não podemos esquecer da implantação, isto é, de transformar em algo palpável e lucrativo uma ideia que por enquanto está só no papel.</p>
<p>Em ambos os casos, é útil aplicar o <a href="http://www.communicationadvisors.com/2010/02/o-funil-da-inovacao/" target="_blank">funil da inovação</a>, um outro conceito que minimiza mancadas e desperdício de dinheiro ao longo do processo. Em cada etapa, você pode avaliar os custos e a viabilidade do produto ou serviço que você está criando, antes que o seu orçamento seja sugado pelo ralo. Pode recalcular e ver se vale a pena prosseguir.</p>
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		<title>Quem precisa de estratégia de mídias sociais?</title>
		<link>http://www.communicationadvisors.com/2011/07/quem-precisa-de-estrategia-de-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 18:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
				<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[John Gerzema]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>

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		<description><![CDATA[O matemático John Nash, prêmio Nobel de Economia em 1994, mais conhecido por ter sido retratado no livro e filme “Uma Mente Brilhante”, perseguia algoritmos que explicassem o movimento das pombas atrás de migalhas no chão.

O ilustrador holandês M. C. Escher buscava nos fractais e nos conceitos de infinito e multiplicidade a inspiração para obras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/07/1185407_brands_flood-Dimitri-Castrique.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-476" title="1185407_brands_flood - Dimitri Castrique" src="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/07/1185407_brands_flood-Dimitri-Castrique-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O matemático John Nash, prêmio Nobel de Economia em 1994, mais conhecido por ter sido retratado no livro e filme “Uma Mente Brilhante”, perseguia algoritmos que explicassem o movimento das pombas atrás de migalhas no chão.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">O ilustrador holandês M. C. Escher buscava nos fractais e nos conceitos de infinito e multiplicidade a inspiração para obras que misturavam matemática, ilusão de ótica e metamorfoses geométricas, em combinações muitas vezes impossíveis.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Os dois moravam neste e também em um mundo mais além – um por sua esquizofrenia e genialidade, o outro por sua capacidade única de enxergar além do que o olho via.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">E quando enxergamos além do que o olho vê, podemos ter a ousadia do empresário queniano Chris Kirubi, que quando era <em>chairman </em>da CocaCola Nairobi assustou muita gente ao dizer que as empresas não precisam de estratégias de mídias sociais.<span id="more-475"></span></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">“O que você precisa é de uma <strong>estratégia de <em>branding</em></strong>. Que se apoie na utilização das mídias sociais, é verdade, mas isso é consequência. Mídias sociais são o rabo do cão, não o cão em si.” Em outras palavras, Kirubi quis dizer que não se deve deixar de lado a estratégia para a sua marca só porque existem novos canais de comunicação.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">A estratégia da marca é o cerne de tudo.  É a percepção do que significa a marca em termos emocionais – <strong>percepção dos outros</strong>, não sua – que vai definir o maior ou menor grau de empatia e confiança. Que vai levar ao deleite ou à indiferença.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Os clientes confiam na marca quando suas experiências são coerentes ou quando elas atingem suas expectativas. Mas não devemos nos iludir. Marcas não são coisas estáticas, imutáveis. Para garantir sua perpetuidade, <strong>as marcas devem se portar como organismos vivos</strong>, sempre se atualizando, desenvolvendo-se, acompanhando as mudanças culturais e comportamentais do mundo e do consumidor.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">As marcas mais bem-sucedidas têm um apetite insaciável por criatividade e movimento. Essas marcas oferecem aos consumidores uma percepção bastante concreta de evolução e dinamismo graças ao que o John Gerzema, autor de The Brand Bubble, chama de “<strong>diferenciação energizada</strong>”. Muito mais do que “ser diferente”, marcas de sucesso mantêm-se diferentes. Elas combinam a <strong>visão</strong> das empresas por trás delas, que impacta a reputação; a <strong>inovação</strong>, traduzida em design, novos produtos, tecnologia; e o <strong>dinamismo</strong>, que é como a marca usa o marketing para se expressar no mercado, gerando emoção e evangelismo.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Então, não adianta partir para as mídias sociais – nem nenhum outro canal, digital ou não – sem ter essa clareza sobre o que é a sua marca, mas principalmente, como ela evoluirá com o passar dos anos.</div>
<div></div>
<div><em>Ilustração: Dimitri Castrique</em></div>
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		<title>O mantra do sucesso das campanhas em mídias sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 23:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma crença comum: a fórmula mágica do sucesso nas mídias sociais, repetida indefinidamente em eventos que discutem as melhores práticas de comunicação empresarial, passa por três passos: monitorar sua marca nos diversos canais de mídia social, ouvir o que as pessoas estão dizendo sobre a sua empresa (especialmente os consumidores), engajar os públicos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/06/1185531_meditation_2-miamiamia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-471" title="1185531_meditation_2 (miamiamia)" src="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/06/1185531_meditation_2-miamiamia-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Há uma crença comum: a fórmula mágica do sucesso nas mídias sociais, repetida indefinidamente em eventos que discutem as melhores práticas de comunicação empresarial, passa por três passos: monitorar sua marca nos diversos canais de mídia social, ouvir o que as pessoas estão dizendo sobre a sua empresa (especialmente os consumidores), engajar os públicos no diálogo.</p>
<p>Esse mantra, embora útil e verdadeiro, já virou fruta madura que caiu do pé. Ou seja,<strong> já não traz nada de novo</strong>, e ainda assim continua sendo apresentado em discussões com gente de peso como se fosse uma revelação.<span id="more-470"></span></p>
<p>O ponto é que <strong>esses três itens – monitorar, ouvir, engajar – tornaram-se óbvios</strong>, tornaram-se a base sobre a qual outras coisas podem e devem acontecer.  Que outras coisas? A variedade é grande e nem todas se aplicam a todo tipo de organização ou objetivo empresarial.</p>
<p>Uma das mais interessantes é a <strong>escolha do foco</strong>. A maior parte das empresas diz, com orgulho, que seu foco é no cliente. Pois é, elas podem estar erradas. Porque, antes disso, seu foco deve ser na equipe que executa o trabalho. Se esta equipe não acreditar no que faz, não perceber a importância da colaboração de cada um no processo de atendimento ao cliente, não for recompensada à altura (não só financeiramente, mas especialmente do ponto de vista de reconhecimento) e não entender o seu papel e a missão da companhia, nada vai funcionar a contento.</p>
<p>Outro aspecto é a <strong>comunicação entre as pessoas</strong>. É impressionante como a comunicação continua sendo, apesar de todos os recursos e tecnologias à disposição, um elo extremamente frágil no trabalho cotidiano. Pesquisas de clima organizacional conduzidas mundo afora apontam sempre a mesma coisa (e não importa o segmento de atuação ou o porte da empresa): líderes não conversam com seus subordinados, equipes não trocam figurinhas para facilitar o tráfego das tarefas, funcionários têm medo de serem mal recebidos se tentarem sugerir novas ideias aos chefes.</p>
<p>Então, antes de olhar para fora e interagir com os clientes, as empresas precisam olhar para dentro e <strong>incrementar a cultura da comunicação</strong> entre seus próprios funcionários.</p>
<p>Por fim, um terceiro ponto é que, <strong>quando se trata de mídias sociais, há um descompasso </strong>enorme entre o que querem os clientes e no que efetivamente acreditam as empresas. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) em novembro do ano passado mostrou que, embora 70% dos consumidores desejem acessar as empresas via mídias sociais, apenas 7% delas acreditam que utilizar esses canais seja algo realmente imprescindível.</p>
<p>A maior parte das empresas encara as mídias sociais apenas como uma iniciativa desejável (48%), uma ferramenta complementar e pouco relevante para seus negócios ou para o relacionamento com os clientes. Mas, apesar disso, 65% das empresas brasileiras já estão presentes nas redes sociais. Resta saber o quanto do mantra essencial (monitorar, ouvir, engajar) está sendo realmente colocado em prática.</p>
<p>Mas não adianta repetir o mantra para alcançar o sucesso. Não, não há fórmula mágica. Há, sim, muito estudo e avaliação sobre o que pode funcionar para <strong>o seu negócio</strong>, para <strong>o seu tipo de cliente</strong>. Não é uma aposta, e sim um planejamento.</p>
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		<item>
		<title>Falar, falar e falar &#8212; por que as pessoas precisam tanto disso?</title>
		<link>http://www.communicationadvisors.com/2011/05/458/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 20:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez eu li uma definição que achei bem engraçada, mas também muito verdadeira: “o Twitter é como um hospício: todo mundo fala sozinho e de vez em quando alguém responde”. Muitos estudiosos têm se debruçado sobre essa necessidade intrínseca do ser humano de falar. Falar, falar, falar o que quer que seja – interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/05/bla-bla.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-464" title="bla-bla" src="http://www.communicationadvisors.com/wp-content/uploads/2011/05/bla-bla-300x257.jpg" alt="" width="192" height="165" /></a>Uma vez eu li uma definição que achei bem engraçada, mas também muito verdadeira: “o Twitter é como um hospício: todo mundo fala sozinho e de vez em quando alguém responde”. Muitos estudiosos têm se debruçado sobre essa necessidade intrínseca do ser humano de falar. Falar, falar, falar o que quer que seja – interessante ou não, aproveitável ou não. As mídias sociais viraram canais facílimos para amplificar esse conteúdo (ou falta dele).<span id="more-458"></span></div>
<div>Fico chocada quando certos humoristas são considerados entre os “mais influentes do Twitter” ao postar apenas futilidades e piadas sem graça, e apesar disso arrebatar milhares de “seguidores”. Já discuti antes em meu blog no portal Exame.com sobre <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/10/05/a-diferenca-entre-ser-popular-e-ser-influente/" target="_blank"><strong>a diferença entre ser popular e ser influente</strong></a>. Vídeos fraquinhos no YouTube tornam-se virais. Cantores de péssima qualidade viram sucessos. Por quê? Porque é fácil consumir.</div>
<div>No dia 29 de abril, o casamento real entre o príncipe William e Kate Middleton foi mais um exemplo dessa necessidade absoluta das pessoas de comentar (mesmo pra ninguém responder) um acontecimento. O casamento, como não poderia deixar de ser, disparou nos <em>trending topics</em> do Twitter mundial, provando que histórias água com açúcar ainda encantam, sim, as pessoas.</div>
<div>Esse <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/05/03/falar-falar-e-falar-%E2%80%93-por-que-o-ser-humano-precisa-tanto-disso/" target="_blank"><strong>interessante infográfico</strong></a> reflete uma pequena parte de tudo o que foi falado naquele dia no Twitter. O mais curioso é que o lado “fofoca” ganhou muito mais espaço do que discussões sobre a realeza, a continuidade desse regime de governo,  casamento e vida a dois etc etc. Como li também no Twitter naquele dia, se toda a energia dispendida para comentar os detalhes da cerimônia fosse dedicada a disseminar os interessantes e úteis conteúdos dos eventos TEDx espalhados pelo mundo, aí sim estaria havendo algum benefício para a humanidade.</div>
<div>Mas quem é que disse que a humanidade não prefere falar o tempo todo sobre futilidades e superficialidades? É o grande nó para educadores e pensadores no mundo todo.</div>
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